DESCASO COM A POPULAÇÃO. MAIS AINDA, COM OS ANIMAIS!
Este fim de semana queria fazer algo diferente com minha filha, Gabriela de 3 anos. Ela adora animais e alguns deles só viu pela TV ou por foto.
Resolvi ir ao Bosque dos Jequitibás, um lugar que para mim representa infância, isto porque morava perto, logo ali na Av. Princesa D´Oeste e sempre pela manhã minha avó nos levava para passear e ver os animais e os jogadores da Ponte Preta treinando numa área verde, que na época em Campinas já era muito difícil, lá pela década de 80. Lembrei-me também de quando era adolescente e enforcava aulas para ver os macacos que fugiam e que tinha que chamar o Bombeiro para tirar dos telhados das casas vizinhas. Minha surpresa de quando cheguei ao local, foi o que posso chamar de “valet” completamente bêbado solicitando para olhar o carro, tudo bem isso tem em qualquer ponto turístico da cidade e saí para caminhar dentro do que resta da mata preservada, conquistada por decreto pela população, antes que a Avenida Aquidabã passasse por cima e sumisse do mapa o que resta de área verde em meio a floresta de concreto. Entrando no local nos deparamos com placas que seriam para informar, mas na verdade mais desinformados ficamos. Caminhando mais a frente vimos a onça onde minha filha logo notou o seu rabo decepado, talvez por algum circo que a maltratou antes de ir para o bosque. Seguindo em frente o leão, com sua jaula totalmente destruída andando estressado de um lado para outro. Fora isso os macacos com sua ilhota de 3 metros quadrados, ou melhor, “redondos” quase me deixaram tonto de tanto andarem em círculos. Araras, papagaios, lontras, jabotis, fora os que não pudemos ver, pois estavam tão cansados que nem quiseram sair. As jaulas todas caindo aos pedaços e sujas, mais pareciam demolições, fora os poços de bebedores sujos e verdes. Bancos de mais de 100 anos destruídos não só devido ao tempo como também de pichadores e depredadores de monumentos públicos. Resultado da visita: Surpresa de minha filha de ver alguns animais mesmo que tristes mal tratados, pois como sendo uma criança que nunca viu um animal em boas condições de vida para ela tudo era novidade e para mim uma frustração de ver um local que deveria ser exemplo de bons tratos com animais e seres humanos. Um lixo! Nem vou citar aqui a parte paisagística e arquitetônica do local se não ...
Este fim de semana queria fazer algo diferente com minha filha, Gabriela de 3 anos. Ela adora animais e alguns deles só viu pela TV ou por foto.
Resolvi ir ao Bosque dos Jequitibás, um lugar que para mim representa infância, isto porque morava perto, logo ali na Av. Princesa D´Oeste e sempre pela manhã minha avó nos levava para passear e ver os animais e os jogadores da Ponte Preta treinando numa área verde, que na época em Campinas já era muito difícil, lá pela década de 80. Lembrei-me também de quando era adolescente e enforcava aulas para ver os macacos que fugiam e que tinha que chamar o Bombeiro para tirar dos telhados das casas vizinhas. Minha surpresa de quando cheguei ao local, foi o que posso chamar de “valet” completamente bêbado solicitando para olhar o carro, tudo bem isso tem em qualquer ponto turístico da cidade e saí para caminhar dentro do que resta da mata preservada, conquistada por decreto pela população, antes que a Avenida Aquidabã passasse por cima e sumisse do mapa o que resta de área verde em meio a floresta de concreto. Entrando no local nos deparamos com placas que seriam para informar, mas na verdade mais desinformados ficamos. Caminhando mais a frente vimos a onça onde minha filha logo notou o seu rabo decepado, talvez por algum circo que a maltratou antes de ir para o bosque. Seguindo em frente o leão, com sua jaula totalmente destruída andando estressado de um lado para outro. Fora isso os macacos com sua ilhota de 3 metros quadrados, ou melhor, “redondos” quase me deixaram tonto de tanto andarem em círculos. Araras, papagaios, lontras, jabotis, fora os que não pudemos ver, pois estavam tão cansados que nem quiseram sair. As jaulas todas caindo aos pedaços e sujas, mais pareciam demolições, fora os poços de bebedores sujos e verdes. Bancos de mais de 100 anos destruídos não só devido ao tempo como também de pichadores e depredadores de monumentos públicos. Resultado da visita: Surpresa de minha filha de ver alguns animais mesmo que tristes mal tratados, pois como sendo uma criança que nunca viu um animal em boas condições de vida para ela tudo era novidade e para mim uma frustração de ver um local que deveria ser exemplo de bons tratos com animais e seres humanos. Um lixo! Nem vou citar aqui a parte paisagística e arquitetônica do local se não ...
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